RPTF | VOLUME 10 | ANO VIII

Carta ao editor

Brincar a aprender

 

Parte 1: Alexandre Castro Parte 2: Inês Tello Rodrigues

 

Parte 1: "A história da terapêutica da fala é longa e sempre com propostas interessantes que interessa ir explorando. Uma das questões que julgo fundamentais é a fixação de termos para que todos se entendam internacionalmente, pois são raros os estudos multicêntricos, com grandes séries dos casos, destinados a comprovar eficácia das metodologias utilizadas. Estes estudos são sempre difíceis e, no domínio da reabilitação, são-no muito mais. É, por isso, muito oportuno o trabalho de Pierce e colaboradores (2019) que revê a literatura sobre terapêutica multimodal."

Parte 2: "O interesse pela utilização de diferentes modalidades comunicativas nas pessoas com afasia existe há muitas décadas, mas o conceito de multimoda-lidade surge na literatura de forma inconsistente e a sua caracterização continua a representar um desafio. Expressões como “terapia multimodal” ou “tratamento multimodal” são usadas num grande conjunto de intervenções na afasia mas diferem de forma significativa nos objetivos, abordagens e meto-dologias (Pierce et al., 2019). Esta inconsistência dificulta a sua definição e uniformização dos pressupostos de aplicação para a realidade clínica."

DOI: dx.doi.org/10.21281/rptf.2020.10.0108

 
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